Joelho com artrose
Dor ao subir escadas, levantar da cadeira ou caminhar por mais tempo, mesmo após fisioterapia e medicação. A avaliação define se o PRP pode ser um complemento.
Cada dor merece uma avaliação própria.
Com a dupla especialidade em Ortopedia e Dor, o Prof. Dr. Daniel Oksman analisa se o PRP cabe no seu plano de tratamento.
O PRP não é indicado para qualquer dor. Esta página trata de três situações previstas pela norma médica. Identifique a sua e entenda se vale a avaliação.
Dor ao subir escadas, levantar da cadeira ou caminhar por mais tempo, mesmo após fisioterapia e medicação. A avaliação define se o PRP pode ser um complemento.
Dor lombar persistente ligada ao desgaste do disco, que limita o trabalho, o sono e o movimento. Primeiro se confirma a origem da dor, depois se discute o caminho.
Dor na parte externa do cotovelo que não cede ao repouso e à fisioterapia e atrapalha o treino, o teclado ou o simples ato de segurar. Cada caso é avaliado individualmente.
O PRP é um produto biológico obtido do sangue do próprio paciente, com manipulação mínima e maior concentração de plaquetas. Em situações selecionadas, é aplicado como complemento do plano de tratamento.
Aplicado no local da dor, o PRP é estudado por três ações possíveis. A resposta varia entre pessoas e os estudos ainda divergem:
As plaquetas liberam fatores de crescimento que participam do processo de reparação dos tecidos.
Os fatores liberados podem influenciar a comunicação entre as células da região tratada.
Em pacientes selecionados, pode contribuir para a melhora da dor e da função.
Informação clara evita expectativas irreais. Veja o que a indicação médica considera antes de qualquer aplicação.
O PRP só entra no plano depois de uma avaliação completa e do seu consentimento por escrito. Conheça as 3 etapas, da primeira consulta ao acompanhamento.
Primeira fase
Indicação definida
Tudo começa com uma consulta detalhada e um exame físico com o Prof. Dr. Daniel Oksman, que analisa a sua história e os seus exames.
Quando necessário, a avaliação inclui ultrassom no próprio consultório. Havendo indicação e nenhuma contraindicação, o procedimento é explicado e o termo de consentimento é assinado antes de qualquer aplicação.
Segunda fase
Coleta e aplicação
Uma pequena amostra de sangue é coletada e processada para concentrar as plaquetas. A aplicação é guiada por imagem, com antissepsia e, quando necessário, anestesia local.
O plano é individual: o número de aplicações e o intervalo entre elas são definidos na avaliação. Na coluna lombar, o procedimento segue as exigências da norma para ambiente hospitalar.
Terceira fase
Acompanhamento
Após a aplicação, você recebe orientações por escrito sobre cuidados, atividades e sinais de alerta.
A sua evolução é acompanhada pelo médico, que ajusta o plano e a reabilitação quando necessário.

Prof. Dr. Daniel Oksman é ortopedista e traumatologista com área de atuação em dor, mais de 20 anos de experiência e formação em reconstrução articular, medicina regenerativa e ultrassonografia musculoesquelética.
Como professor, dedica-se à formação e ao aperfeiçoamento de médicos e profissionais da saúde, compartilhando conhecimentos nas áreas de ortopedia, dor musculoesquelética, procedimentos intervencionistas, medicina regenerativa e tecnologias aplicadas à reabilitação.
Tem doutorado em Medicina e especialização em Medicina Regenerativa, atua com procedimentos guiados por imagem e conduz pessoalmente a avaliação de cada paciente, do começo ao fim da consulta.

Com base em 21 opiniões no Google









As avaliações são exibidas direto do Google, sem edição.
Conheça as instalações do Instituto DOK, no bairro Moema, em São Paulo - SP.
Em pacientes selecionados, o PRP pode contribuir para a melhora da dor e da função. A resposta varia entre pessoas, pode ser parcial ou inexistente, e os estudos ainda divergem. Por isso a indicação é sempre individual.
Não. O PRP não é cura e não garante regeneração de cartilagem, disco ou tendão. É um complemento ao plano de tratamento, indicado em situações específicas e acompanhado pelo médico.
Não. A norma do CFM prevê o uso complementar do PRP em poucas condições, entre elas osteoartrite de joelho, discopatia lombar e epicondilite lateral. Mesmo nelas, só há indicação após avaliação individual.
Não. O PRP é um concentrado de plaquetas do próprio sangue. Células-tronco são outro tipo de produto e não fazem parte desta proposta de tratamento.
Não. Ele não substitui cirurgia quando ela está formalmente indicada. Na avaliação, o Prof. Dr. Daniel explica as alternativas e o que esperar de cada uma.
Após a coleta de sangue e o preparo, o PRP é aplicado no local indicado, guiado por imagem. Pode haver desconforto na aplicação e dor nos primeiros dias, e o médico orienta como lidar.
Depende do diagnóstico e da evolução. O número de aplicações e o intervalo entre elas são definidos na avaliação individual, e não existe um número válido para todos.
Infecção ativa, neoplasia ativa e condições hematológicas incompatíveis com o procedimento. Outras situações são avaliadas na consulta, com análise dos exames e dos medicamentos em uso.
A resposta é gradual e varia de pessoa para pessoa. Alguns pacientes percebem melhora ao longo de semanas e outros percebem pouco ou nada. O acompanhamento serve para avaliar a evolução.
No Instituto DOK o atendimento é 100% particular. Não realizamos atendimento por convênio direto, mas emitimos nota/recibo e relatórios para que você possa solicitar reembolso à sua operadora, se o seu plano permitir.
Atendimento em Moema, São Paulo, com fácil acesso e agendamento pelo WhatsApp.
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Moema, São Paulo - SP