Ombro
Dor ao levantar o braço, ao pentear o cabelo ou ao dormir sobre o lado afetado, muitas vezes ligada a tendinopatias do manguito rotador. A avaliação define se o laser pode entrar no plano.
Recurso médico não invasivo para dor musculoesquelética.
Indicado após diagnóstico individual, com a dupla especialidade em Ortopedia e Dor do Prof. Dr. Daniel Oksman.
O laser de alta potência não é indicado para qualquer dor. Identifique a sua e entenda se vale a avaliação.
Dor ao levantar o braço, ao pentear o cabelo ou ao dormir sobre o lado afetado, muitas vezes ligada a tendinopatias do manguito rotador. A avaliação define se o laser pode entrar no plano.
Dor na lateral do quadril ao deitar de lado, caminhar ou subir escadas, como na bursite e na tendinopatia trocantérica. Cada caso é avaliado individualmente.
Dor por desgaste da articulação ao caminhar, levantar da cadeira ou subir escadas, mesmo após fisioterapia e medicação. O laser pode ser um complemento, nunca o único recurso.
Dor na parte externa do cotovelo, o cotovelo de tenista, que atrapalha o treino, o teclado ou o simples ato de segurar um objeto.
Dor no calcanhar ao acordar, na fascite plantar, ou no tendão de Aquiles, que limita a corrida e a caminhada. A avaliação confirma a origem antes de qualquer conduta.
Dor lombar ou cervical de origem muscular ou articular que persiste apesar das medidas iniciais. Primeiro se confirma a origem da dor, depois se discute o caminho.
O laser de alta potência, também chamado de laser de alta intensidade (HILT) na literatura, é um recurso físico não invasivo usado em protocolos de reabilitação musculoesquelética. A luz é aplicada sobre a pele, na região da dor, por poucos minutos.
O mecanismo estudado é a fotobiomodulação. Três pontos ajudam a entender o que esperar:
A luz é absorvida pelas células e pode modular processos ligados à inflamação e à dor.
Estudos sugerem benefício para a redução da dor em algumas condições, mas o efeito varia e a evidência não é uniforme para todos os diagnósticos.
Comprimento de onda, energia, dose, técnica e associação com exercício fazem diferença. Não existe protocolo igual para todos.
O laser pode ser incorporado como recurso adjuvante quando o diagnóstico, o objetivo terapêutico e o plano de reabilitação justificam o seu uso.
Tecnologia bem indicada amplia possibilidades. Tecnologia sem diagnóstico vira apenas equipamento.
A indicação não começa pelo aparelho. Começa pela avaliação.
Consulta, exame físico e análise dos seus exames. Quando necessário, ultrassom no próprio consultório.
Gestação, infecção, câncer ativo na região e outras situações que impedem o uso são verificadas antes.
Energia, modo de aplicação e região são definidos pelo diagnóstico, e não por um protocolo único.
O laser entra como recurso adjuvante, junto com exercícios e acompanhamento médico.
Se algum desses pontos não se confirma, o laser não é indicado. A avaliação existe para isso.
O PRP só entra no plano depois de uma avaliação completa e do seu consentimento por escrito. Conheça as 3 etapas, da primeira consulta ao acompanhamento.
Primeira fase
Indicação definida
Tudo começa com uma consulta detalhada e um exame físico com o Prof. Dr. Daniel Oksman, que analisa a sua história e os seus exames.
Quando necessário, a avaliação inclui ultrassom no próprio consultório. Havendo indicação e nenhuma contraindicação, o procedimento é explicado e o termo de consentimento é assinado antes de qualquer aplicação.
Segunda fase
Coleta e aplicação
Uma pequena amostra de sangue é coletada e processada para concentrar as plaquetas. A aplicação é guiada por imagem, com antissepsia e, quando necessário, anestesia local.
O plano é individual: o número de aplicações e o intervalo entre elas são definidos na avaliação. Na coluna lombar, o procedimento segue as exigências da norma para ambiente hospitalar.
Terceira fase
Acompanhamento
Após a aplicação, você recebe orientações por escrito sobre cuidados, atividades e sinais de alerta.
A sua evolução é acompanhada pelo médico, que ajusta o plano e a reabilitação quando necessário.

Prof. Dr. Daniel Oksman é ortopedista e traumatologista com área de atuação em dor, mais de 20 anos de experiência e formação em reconstrução articular, medicina regenerativa e ultrassonografia musculoesquelética.
Como professor, dedica-se à formação e ao aperfeiçoamento de médicos e profissionais da saúde, compartilhando conhecimentos nas áreas de ortopedia, dor musculoesquelética, procedimentos intervencionistas, medicina regenerativa e tecnologias aplicadas à reabilitação.
Tem doutorado em Medicina e especialização em Medicina Regenerativa, atua com procedimentos guiados por imagem e conduz pessoalmente a avaliação de cada paciente, do começo ao fim da consulta.

Com base em 21 opiniões no Google









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Conheça as instalações do Instituto DOK, no bairro Moema, em São Paulo - SP.
Em pacientes selecionados, o PRP pode contribuir para a melhora da dor e da função. A resposta varia entre pessoas, pode ser parcial ou inexistente, e os estudos ainda divergem. Por isso a indicação é sempre individual.
Não. O PRP não é cura e não garante regeneração de cartilagem, disco ou tendão. É um complemento ao plano de tratamento, indicado em situações específicas e acompanhado pelo médico.
Não. A norma do CFM prevê o uso complementar do PRP em poucas condições, entre elas osteoartrite de joelho, discopatia lombar e epicondilite lateral. Mesmo nelas, só há indicação após avaliação individual.
Não. O PRP é um concentrado de plaquetas do próprio sangue. Células-tronco são outro tipo de produto e não fazem parte desta proposta de tratamento.
Não. Ele não substitui cirurgia quando ela está formalmente indicada. Na avaliação, o Prof. Dr. Daniel explica as alternativas e o que esperar de cada uma.
Após a coleta de sangue e o preparo, o PRP é aplicado no local indicado, guiado por imagem. Pode haver desconforto na aplicação e dor nos primeiros dias, e o médico orienta como lidar.
Depende do diagnóstico e da evolução. O número de aplicações e o intervalo entre elas são definidos na avaliação individual, e não existe um número válido para todos.
Infecção ativa, neoplasia ativa e condições hematológicas incompatíveis com o procedimento. Outras situações são avaliadas na consulta, com análise dos exames e dos medicamentos em uso.
A resposta é gradual e varia de pessoa para pessoa. Alguns pacientes percebem melhora ao longo de semanas e outros percebem pouco ou nada. O acompanhamento serve para avaliar a evolução.
No Instituto DOK o atendimento é 100% particular. Não realizamos atendimento por convênio direto, mas emitimos nota/recibo e relatórios para que você possa solicitar reembolso à sua operadora, se o seu plano permitir.
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